Protocolos de enfermagem para febre, hiperglicemia e disfagia podem reduzir dependência em pacientes com acidente vascular cerebral agudo.
Rastreamento com oximetria de pulso pode detectar malformações cardíacas em recém-nascidos.
Ventilação não invasiva reduz mortalidade e necessidade de intubação em idosos com insuficiência respiratória aguda hipercápnica.
Protocolos de enfermagem para febre, hiperglicemia e disfagia podem reduzir dependência em pacientes com acidente vascular cerebral agudo.
Febre, hiperglicemia e disfagia após um acidente vascular cerebral agudo já foram estatisticamente associadas a piores resultados para os pacientes e há diretrizes que pedem o monitoramento e o gerenciamento desses sintomas já nos primeiros dias (NICE 2008 Jul:CG68; Stroke 2007 May;38(5):1655). Um recente ensaio randomizado em grupos avaliou o uso de protocolos explícitos de gerenciamento em 19 centros de acidente vascular cerebral na Austrália. Os centros foram aleatoriamente distribuídos para uma de duas abordagens. Os centros de intervenção implementaram um programa multidisciplinar utilizando protocolos de enfermagem para gerenciar febre, hiperglicemia e disfagia em pacientes com acidente vascular cerebral agudo durante as primeiras 72 horas de internação. O programa incluiu reuniões educacionais para discutir os protocolos e exercícios de trabalho em equipe para reduzir barreiras a sua implementação. Os centros usados como controle ofereceram cuidados baseados em uma versão adaptada das diretrizes já existentes. Um total de 1126 pacientes foi envolvido.
Em uma análise de 89,6% dos pacientes após 90 dias de acompanhamento, a intervenção foi associada a uma redução significativa na mortalidade ou na dependência (42% versus 58%; P = 0,02; NNT = 7) (evidência de nível médio - nível 2). A dependência foi definida como uma pontuação maior do que 2 na escala de Rankin modificada (uma pontuação de 0 indica ausência de sintomas e uma pontuação de 1 indica habilidade de conduzir todas as atividades habituais apesar de alguns sintomas e pontuações maiores indicam incapacidades maiores). A mortalidade não foi significativamente diferente entre os grupos (4% versus 5%). O grupo de intervenção teve maiores pontuações de função física (P = 0,002), mas não houve diferença nas pontuações de alteração mental. Também não houve diferenças de pontuação para atividades de vida diária, aferidas pela pontuação maior do que 60 no índice de Barthel (pontuação de zero a 100, sendo que em uma maior pontuação e indica melhor função). A intervenção foi associada a uma tendência para maior independência completa (pontuação no índice de Barthe maior do que 95; p = 0,07) (Lancet 2011 Nov 12;378(9804):1699).
Tratamento com surfactante minimamente invasivo reduz necessidade de ventilação em neonatos pré-termo que precisam de suplementação de oxigênio mas respiram espontaneamente.
Já se demonstrou que o tratamento com surfactante reduz a mortalidade em recém-nascidos com síndrome de desconforto respiratório. O surfactante nesses pacientes é geralmente administrado por intubação endotraqueal durante ventilação mecânica. Crianças nascidas prematuramente estão sob maior risco de desconforto respiratório. Um ensaio randomizado recente avaliou uma abordagem nova, minimamente invasiva, para administrar o surfactante a recém-nascidos pré-termo com necessidades de suplementação de oxigênio.Já se demonstrou que o tratamento com surfactante reduz a mortalidade em recém-nascidos com síndrome de desconforto respiratório. O surfactante nesses pacientes é geralmente administrado por intubação endotraqueal durante ventilação mecânica. Crianças nascidas prematuramente estão sob maior risco de desconforto respiratório. Um ensaio randomizado recente avaliou uma abordagem nova, minimamente invasiva, para administrar o surfactante a recém-nascidos pré-termo com necessidades de suplementação de oxigênio.
Duzentos e trinta recém-nascidos que respiravam espontaneamente (idade gestacional entre 26 e 28 semanas, peso ao nascimento menor do que 1,5 kg) foram aleatoriamente distribuídos para receberem o surfactante com tratamentos padrão versus o tratamento padrão isoladamente. Todos os recém-nascidos foram estabilizados com pressão positiva (CPAP) e tiveram intubação de resgate com ventilação mecânica caso necessária.No grupo do surfactante, os recém-nascidos que estavam em respiração espontânea e estáveis com a CPAP mas também necessitavam de mais de 30% de oxigênio suplementar tiveram surfactante administrado por um fino cateter inserido na traquéia por laringoscopia.
A adição do surfactante reduziu a necessidade de ventilação mecânica no segundo e terceiro dias de vida (28% versus 46%, p = 0,008; NNT = 6) e durante toda a internação (33% versus 73%, p < 0,0001, NNT = 3; evidência provavelmente confiável-nível um). a duração mediana da ventilação mecânica foi 0 dias no grupo do surfactante e 2 dias no grupo de tratamento usual (P < 0,05). A necessidade de oxigênio suplementar aos 28 dias foi significativamente menor no grupo do surfactante (30% versus 45%, P = 0,032; NNT = 7). Não houve diferenças significativas na mortalidade ou em eventos adversos sérios.
Malhação que não pesa no bolso
Locais oferecem atividades para quem quer se exercitar. E o melhor: de graça!
A vitamina que barra a anemia
Basta falar de anemia que já se pensa em carência de ferro.